O calendário da gestão: o que precisa acontecer no ano (assembleia, apólice, Dedetização) e o registro de que foi feito, com anexo.
Minhas rotinas é o calendário que a gestão acompanha. Configurar é onde se cria, edita, ordena e importa a lista. No Personalizado, Configurar só aparece com a subpolítica Gerenciar rotinas. Administrador vê sempre. Quem está na trilha de /ajuda precisa do passo anterior; quem ignora o treinamento não é bloqueado.
Não confundir com as rotinas preventivas da Manutenção (aquelas viram OS). Aqui o combinado é gerencial: seguro, assembleia, laudo, Dedetização. Só no computador.
Cada rotina tem título, categoria (texto livre), periodicidade, responsável e descrição. Periodicidade: diária, semanal (com os dias da semana), mensal, bimestral, trimestral, semestral, anual, bienal até quinquenal, ou não previsto (não entra na grade; serve só para ir lançando quando acontecer). Dá para importar planilha, reordenar e inativar.
Na importação, se a linha tiver data da última revisão válida e responsável (ou a descrição da rotina), o sistema já cria a primeira atividade — e essa data passa a âncora do calendário, como abaixo.
A rotina é o combinado (“renovar o seguro todo ano”). A atividade é o registro de que aquilo foi feito naquela vez: quem fez, quando, para qual mês conta e o anexo (apólice, ata, laudo). Sem atividade o calendário só mostra o que deveria acontecer; com atividade ele pinta de concluído e recalcula os próximos agendamentos.
Clique no nome da rotina (ou em qualquer mês da linha) para abrir o histórico. Nova Atividade abre o formulário. Há PDF da timeline da rotina e PDF do calendário do ano.
As cores: verde concluído, amarelo pendente (mês em curso), verde claro parcial, vermelho não executado (mês já fechou sem cumprir), azul agendado (mês futuro em que a periodicidade prevê execução), cinza nada programado.
Mensal, bimestral, trimestral, semestral, anual e plurianuais. Sem nenhum lançamento, a grade nasce no mês em que a rotina foi cadastrada e pula de N em N meses. Quando você cria (ou importa) uma atividade, o mês de referência dessa última atividade vira a nova âncora: o próximo azul cai exatamente um intervalo depois. O sistema não inventa débitos atrasados antes dessa última atividade. Um lançamento pinta de verde o mês de referência mesmo que aquele mês não estivesse na grade antiga — e empurra a programação para frente a partir dali.
Exemplo: rotina anual cadastrada em janeiro. Sem atividade, o azul cai em janeiro de cada ano. Você registra a apólice com referência em março → março fica verde; o próximo agendado passa a ser março do ano seguinte, não janeiro.
Diária. O mês só fica verde se houver atividade em todos os dias (no mês corrente, até hoje). Alguns dias = verde claro. Futuro = azul.
Semanal. Vale o mesmo, mas só nos dias da semana marcados na rotina. Faltou uma terça = parcial.
Editar ou excluir uma atividade recalcula na hora: a âncora volta a ser a atividade mais recente que restou (ou o mês de criação da rotina, se não sobrar nenhuma). Meses futuros que deixaram de coincidir com a nova grade voltam a cinza; o mês atual programado e ainda sem lançamento fica amarelo; o mês passado programado e vazio fica vermelho.
No Dashboard, o card de rotinas usa a mesma regra: o que está programado neste mês, o que está pendente hoje e o alerta de fim de mês.
Filtre a timeline por executor e período na hora de prestar contas. Se o vermelho “não executado” apareceu num mês em que o serviço só veio depois, lance a atividade com o mês de referência daquele mês — o calendário pinta de verde e a próxima data azul anda para frente.